Wednesday, May 15, 2024

de 81 à 85

 

81 Manobra proibida

 

Vamos jogar as bolas, e fazer um zoom no "role play"

A interpretação aqui é real, equivalente à um stend-up comedy

Onde o Arlequim agora é o próprio escritor, editor, artista, promotor e produtor, e técnico

Os dados são premeditados, a jogada desta dentro do oráculo com dados de 20 facetas

Esta é a bola extra, onde as possibilidades são múltiplas e a sorte esta lançada

Zoom no "stand-up", o momento que faz a direção e a vontade que rege a sorte

O circo pega fogo, a aposta é em você mesmo, você sabe onde quer chegar

Não permita dar "TILT" na máquina e antes que o jogo vá pra próxima rodada anteveja

Saiba o que há por baixo do tapete, e suponha os bastidores deste "talk show"

Esbraveje em silêncio, e incline a máquina para o lado numa manobra proibida

Pois aqui vale a malandragem e um jogo de cintura

Na terra do holocausto, massa de manobra em andamento, este é o chamado "mundo novo"

A hora que a porca torce o rabo, espatife o porquinho e pegue as moedas, mas uma jogada de Fliperama

No role play a sorte é se soltar das massas, e as cartas são 3 Arlequins na mãos sem compromissos políticos

Sem dívidas com o Rei mas com a liberdade de abordar patifes e parlapatões num jogo de controle social

Solte sua ginga e salve Zumbi, correntes derretidas num mundo de política, status e poder. O que quer?

Mais uma jogada a força resguarda a gentileza e a maestria resguarda a obra, vêm comigo e faça sua parte

Proteção política para mais uma crítica e os selvagens são os que mais sabem, mais uma carta

Lembre-se do futuro e preveja o passado Stend-up pelo esquerdo pelo direito virou a máquina, manipulou o destino

Toda sorte de artimanhas e punga num estrategema que visa ser, conhecer, entender e compreender

Para então atuar, manipular, alterar e transformar...  Aí esta o Zoom, um ótimo recurso

 

 

 

 

 82 Abraxas

 

Eu perpasso num insight profético a esmeralda e a bandeja de prata onde vê-se o propósito

Intencionando ir para ver e voltar para contar não se entrega de bandeja o que se vê na água

A visão é então conquistada aos poucos com vontade e método

Vê-se então o código e a poesia imersa no código, como ondulações na água

A escuridão de uma visão afastada pode ver mais do que se revela na última notícia, pois o que se quer é a primeira notícia

Por quê? Porque nos tempos antigos é assim que se faz, e é assim que lembramos de fazer

Absorto numa escuridão de perímetro controlado a mente vasculha, o guerreiro vai à caça

Patrulhando vestígios do ponto crucial do encontro momentâneo

Pela sombra se procede a troca onde flashes de informação transpassam num segundo

Valendo pelo tamanho da preocupação na simples ação do corpo com a mente

Valendo pelo propósito  de uma missão, a jornada de tua vida

Compreensão entendimento sensação e sentimento

Sem tralhas pra caminhar nas trilhas abre caminho a Teixeira e vê-se no mar piratas

Práticas proibidas pretenções concebidas

A gargalha em prantos e gralhas grafitando verdades abolutas ou lê ou se esconda

Grato à você no momento oportuno e vendo o prato cheio de verdade na prática Abraxas

Porque a teoria valeu cada suor e a prática pode ser o pior para quem não sabe o que é o melhor

Ripando na madeira e raspando no concreto uma manobra sonhada e estilizada

Porque você foi em frente e percebeu que o templo já foi construído

Você é seu próprio promotor, na vanguarda de um mundo, em tempos de fazer o inconcebível

A farsa forjada por três, um triângulo formado por seis, e uma estrela formada por cinco, vá em frente continue

A frente aqui é de combate o frete aqui é um trabalho científico sem comprovação e uma mão no ombro com aprovação

Olhos no perseguem, não para ver mas para pressentir o próximo movimento, você se ergue

A manobra onde as mãos se sujam para que se limpe a alma

Palavra aguça a vontade e a rua te fala o que você já desconfiava!

A parte prática é só observar refletir e constatar, a parte teórica é ir e fazer

Sem inverter a questão apenas subverter a convenção

 

 

 

83 Jogo prodigio

 

Mundos mudados, numa era de você mesmo num tempo de mente ao sabor de menta

Prolifera otimismo à custo de sacrifício, as oferendas nos altares à troco de banana ao sabor de mel e cravo

As rosas são para destacar tua beleza o exaltação do único dia que passou ao prazer de ser você hoje

Hoje e nada mais, ao viver que se percebe, ao conceber que se vive, será que estava disposto ( a ) ?

Apenas decisões na trajetória fatos consumados consumindo-se ao evento sentindo ao sabor do vento

Um sabor místico a areia nas ondas e a tempestade premente promessas que só se vê no tempo fora do tempo

Dentro de um tempo que fala mais que as palavras numa desordem magnifica, extenuando-se em suor e felicidade

 Já se aproxima o tempo em que o silêncio por si deixa teus olhos brilhantes e teu sorriso fala assim, me deixa louco

Por isto e por outras só eu vi, só você viu o fato é o fator de contar em silêncio e falar aos ventos de estarmos assim

A possibilidade mora aqui ao lado agora é a hora do vamos ver! Tá a fim mesmo? Num dia e no outro o sol raia

E esta bom à beira de um novo tempo cósmico deturpado com dissimulação e poesia, travessuras e interpretação

Uma sequencia de eventos onde só assim é possível ser feliz, ofereça então deleite-se e digladie-se

Com sua própria verdade e com sua própria manipulação, quanto vale isso?

A suspeita de suspeitar de si mesmo, e passar deste topázio uma pérola de riqueza você um simples você

Sem querer muito apenas o máximo, querendo ultrapassar e ver que agora ser é mais que ser é criar

Seja bem vindo, boa sorte, pise no assoalho e procure pelas águas, vêm me extasia e mostra-te

Atrapa então todos os mistérios que conhece! O sentido oblíquo do teu sentimento!

 Coragem para se ver, audácia pra se falar só que sem palavras, vai ver a irmandade

Escondem-se detrás de pinheiros, mandam cartas seladas e selam as bocas para que falem as mentes

Mentes grandes com conceitos centralizados, para que você se entre sem se apegar ao tempo, sem se apegar a você mesmo

Sò isto te bastara para vencer esta prova, nada de faixadas ou autarquias, mas com mãos firmes

A parte que te resta, o que te cabe, a hora do vamo vê! De acordo com as senhas, de acordo com o símbolo

O principal: pode-se tirar um bom proveito disto, provando da magia sedução em maças e sonhos

Num fato misturado de insights provados no sonho aproximador, da tentação

A obstinação O intento Conclusão e Glória

Discordando ou não: é isso!

 

 

 

 

 

 

84 Trash Cash

 

O saci salpica pimenta! Pirata do asfalto!

Na terra em que a caixa registradora é o Trash Cash

Habilidade tenaz que cola como a do sapateiro

Entre no meridiano setentrional! É de zarpar! Aí se encontra o mistério!

Oculto como a sombra entre os sóis, e como a luz da sombra

Eu vou falar o que vocês não querem ouvir e vou ouvir o que vocês não querem falar!

Provocando os mais conservadores e conservando os mais ousados!

Sujando as mãos para limpar a luz na selva sem relva de concreto decreto!

Encontrando o admirável mundo novo:

Terra onde liberdade é patologia, guaraná é refresco, informação é sigilo e autenticidade é loucura

A vantagem é navegar no inconcebível para achar o concebível

O trambolho é de baluarte a comissão é de frente

O que vier é lucro no tempo em que o peão vira rei

 

 

 

85 A medida da arte

Na mesma medida da arte, premente sofisticado, os Deuses urgem

Na mesma intenção da vida, vigente setentrional, a alma clama

Digladiando com tua verdade interna, externalizando o que já esta lá há 700 anos

Ando numa trilha erma para descobrir o que esta numa forma curva

Piso num solo frio para esquentar um giro incocebivel, e fazer do distante próximo

Faço do amanhã o hoje, e ao perceber anotar o principal: esta é sua dança!

Faço do alimento dos Deuses um alimento mundano, e de uma vida mundana algo Divino

O momento único e incomun, falando no dialeto, concatenações do inferno ao paraíso

Na mesma medida da arte, premente sofisticado, os Deuses solicitam

Que na tua elegância esteja a força, que na tua palavra esteja o código: essa missão é sua

Quando então compreendermos a medida da arte fluiremos na vida, liberando um mistério.

Seja um ou seja o outro, a busca pela glória e poder, o gênio criador.

Como desdenhar-se de si quando não se conhece?

Como pegar três macãs sem alcançar?

Como abrir a abóbora sem experimentar?

Como falar sem saber?

As respostas virão no trajeto, o trajeto virá segundo as respostas!

Na visão única de frente pra frente, entrando no maior embate: o embate com a tua verdade!

Aqui é o lugar onde se joga bilhar usando cartas, cartas usando dados, e roleplay usando tacos!

Momentaneamente apoplético pela intrusão de um novo conceito

Momentaneamente  a imprecatez fez efeito, yo yo no Bank, e facetas consideradas

Pela única pálpebra fechada de uma mente sábia enfática e exaltada

Num momento onde o novo alter se pré dispõe, a mentira mais verdadeira

E a verdade mais contextada, no preto do branco, no branco do preto

Obstinação de uma perversão mental, iniciados sempre questionam!

Adeptos não aceitam a resposta senão criam-na e assim passam a compactuar!

A menor das provocações por vezes têm a maior das repercuções!

Como a percursão de uma escola de samba, um malandro pródigo

Um diálogo louco e corroborado, alguns detalhes indexados

Alguns comentários incorporados e algo que você jamais viu!

Na mesma medida da arte, premente sofisticado, os Deuses urgem

Obra Divina ações mundanas. E aí? Topa essa? E agora?

A maior das comprovações por vezes têm a satisfação sagrada

Uma comprovação satisfatória de uma satisfação assanhada num tom de zombaria!

Fazendo a atividade à finco com a mesma mentalidade de uma interpretação notória

Onde o que se espera não é o resultado em si, mas sim os aplausos do público

E o resultado em si qual é? Será o ato em si? Ou a repercução do ato?

Podem rir às favas então pois a brincadeira é séria, e você difícilmente saberá se estou brincando ou falando sério, pois eu inverto o código em um decaedro de tempo!

De fato “bagulho é doido”, mas a chapa é quente meu chapa, o segredo se mantêm

O aplauso do público ou a resultante do ato? O que você prefere?

Faça suas escolhas, esteja apto, seja contundente, faça por ser, mas nem sempre faça o esperado.

Pois alguns sabem verdadeiramente ou façeiramente o que agrada a ponto de interrogação a rir aos prantos e chorar de rir, decisões delirantes de um louco de ciência e método, onde a maior estratégia aqui é trocar a ordem das coisas, atrelando uma subvenção integrada nas línguas que estalam à gargalhas contundentemente, seja mais um, seja bem vindo e esteja sempre atento, pois neste jogo o que vale é mandar no destino para fazer a chuva.

Umas palavras meio estranhas para sentimentos nunca antes sentidos, numa lógicas de coerência profana, mantenha atento às ogivas pois elas são maravilhosas.

Um boomerang lembra-se? Três dos seus delírios mais verdadeiros, e quatro das suas ações mais mundanas

Na mesma medida da arte, premente sofisticado, os Deuses urgem

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